Anticorpos emocionais.

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Comentei hoje com uma amiga: “Uma jovem conhecida minha, no auge de sua juventude, está de “coração partido” por causa de um amor não correspondido, e o pior é que o seu “alvo”, ao notar seu distanciamento, se aproxima como quem não quer nada, como se “marcasse o território”, melhor se não o encontrasse por enquanto, pois cada encontro renova a esperança de namorá-lo e pumba! outra decepção!” 
Minha amiga respondeu na bucha!: “melhor que ela o encontre, se iluda e até se desiluda, faz parte, ela precisa criar anticorpos!”
Fiquei pensando … e não é que ela tem razão?
Se uma criança volta e meia fica resfriada, logo alguém fala: “Essa criança é super protegida, não pega chuvisco, não sai no sereno, não brinca com terra, não anda descalça, vive adoecendo porque não tem anticorpos!”.
Anticorpos se adquire vivendo! fazendo contato com o ambiente, com as pessoas, animais e coisas. Seguindo por este raciocínio, somos assim também quando nos relacionamos, precisamos de anticorpos emocionais se quisermos estar aptos a viver relacionamentos saudáveis, então deixemos rolar! Somente superando as necessárias desilusões, é que podemos reconhecer quem de fato nos completa.
Só adquire “anticorpos emocionais” quem se arrisca a viver, quem realmente abre o coração, quem choras as “pitangas” da alma até a ultima gota, pra depois, refeita, apaixona-se de novo.

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2 comentários em “Anticorpos emocionais.

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