Autor: Márcia Medeiros

“Finos vasos de vidro”

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Me visto de prata e ouro e folhas e nada,

para ser tantas e várias, quando nem eu mesma sei quem sou.

Vestida ou nua, em tua ausência apenas calo.

Por onde andas e por que não estás perto?

Por quais esquinas vagueiam teus senões? Continuar lendo ““Finos vasos de vidro””

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Meu amigo “caramujo”

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Se me mostro, também me retraio num segundo.

Se me escondo, viro pedra submersa.

Mas procuro a claridade, como os girassóis radiantes.

Tenho um amigo “caramujo” que me visita os pensamentos. Continuar lendo “Meu amigo “caramujo””

O tempo e as nuvens.

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As nuvens movimentam-se no céu, lenta e perenemente. Tal observação, quase hipnótica, faz a gente pensar no tempo.

Não exatamente no mero circular dos ponteiros de um relógio, ou na sucessão de dias e noites, calendários, estações ou luas, mas na sua intangibilidade concreta, afinal, o tempo é o “hiato que vale o conto inteiro”.

Tudo pode e deve melhorar com o tempo, inclusive a gente! Continuar lendo “O tempo e as nuvens.”

Sorria, você NÃO está sendo filmado!

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Sorrir é um ato de amor, é como doar sangue, só que sem restrição alguma.

No sorriso deve haver uma espécie de alquimia, porque um sorriso contagia, têm  poder transformador.

Sorriso não é bebida alcoólica para ser oferecido com moderação, e nem casamento “prometido”, para ser dado por conveniência.

Sorrir é reconhecer o outro e demonstrar estar em paz na sua presença. Continuar lendo “Sorria, você NÃO está sendo filmado!”

Nuvem Passageira

A interpretação de Ellen Oléria abrilhantou ainda mais esta linda canção de autoria do cantor e compositor gaúcho Hermes Aquino. A letra nos convida a viver o aqui e o agora, talvez por isso eu goste tanto dela. “Você não vê que a vida corre contra o tempo, sou um castelo de areia na beira do mar…