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I don’t want to talk about it

Interpretação super bacana de “I don’t want to talk about it” na voz dulcíssima de Fernanda Takai. Quem me conhece sabe o quanto sou sua fã. Ouçam e de pois me digam se gostaram tanto quanto eu.  Beijos!

 

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Viagem e liberdade.

Um verbo /convite que vai muito além do que ir de um lugar a outro, isto é só deslocamento.

Quem viaja deve permitir-se ao novo, ao inusitado, ao surpreendente, e aí se inclui novos paladares, sotaques, paisagens, costumes, histórias, climas…

Ainda que não se trate de uma estréia em um certo lugar, haverá sempre algo que passou despercebido ou um novo olhar se experimenta.

Viajar é visitar-se, é vestir-se de novidade.

É importante que se esteja descontraído e com os pés confortáveis e não distrair-se dos significantes detalhes que pouco a pouco vão abrindo as portas de saída do cotidiano frenético e galopante, que por vezes não permite ver direito o que de fato merece ser olhado.

Viajar é bom, até quando não se sai do lugar, basta que se dê asas à imaginação. Há quem viaje ao ler um bom livro ou ao iluminar ternas lembranças, antigas ou recentes,  de olhos fechados ou não, acompanhado unicamente de si ou de quem mais venha  especialmente compor o cenário.

Então me convenço que “viagem e liberdade” são sinônimos, ainda que a semântica assim não reconheça, pois quando se viaja torna-se possível infringir as próprias regras, viver de outra maneira, ainda que seja por uma fração de tempo.

Numa viagem quanto menos bagagem se leva na ida e mais se amealha na volta, mais proveitosa é. E à medida que se amadurece, mais se aproveita a viagem. O corpo até pode extenuar-se em seus caminhos, a mente não, ao contrário, aviva-se!

Viagem boa é aquela feita de peito aberto, que fica gravada bem dentro, para ser “folheada“ como um livro, no álbum azul da memória.

O tempo e as nuvens.

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As nuvens movimentam-se no céu, lenta e perenemente. Tal observação, quase hipnótica, faz a gente pensar no tempo.

Não exatamente no mero circular dos ponteiros de um relógio, ou na sucessão de dias e noites, calendários, estações ou luas, mas na sua intangibilidade concreta, afinal, o tempo é o “hiato que vale o conto inteiro”.

Tudo pode e deve melhorar com o tempo, inclusive a gente! Continuar lendo “O tempo e as nuvens.”